Benefícios da dança como exercício

Dançar faz bem à saúde, veja porquê!

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O que leva milhões de pessoas no mundo a suar ao ritmo da dança? Para alguns é a magia da música, para outros a possibilidade de queimar 400 calorias numa hora, para todos a imensa alegria de fazer exercício sem grande pressão.

Se sempre achou que era dotada de “dois pés esquerdos” e que dançar não era definitivamente a atividade indicada para si, então, pense melhor. Nos últimos tempos, a febre da dança invadiu as salas dos ginásios e health clubs e veio mostrar que é possível exercitar-se de forma divertida, sem complexos e com resultados à vista.

Não há como negar e os estudos são prova disso: dançar é mais do que uma atividade divertida; proporciona um maior bem-estar, é uma excelente forma de se fazer amigos e o meio perfeito para se exercitar. Sim, é verdade. Sem darmos conta, enquanto dançamos estamos a queimar calorias, a aumentar a resistência, a reduzir o stress e a melhorar a postura. E estes são apenas alguns dos benefícios.

Por isso, não é de espantar a procura por este tipo de atividade. Mulheres, homens, adeptos do exercício ou não, todos eles têm sido conquistados por esta tendência. Não importa o estilo, nem os passos. Nem sequer se se é um Fred Astaire ou um pé de chumbo. O segredo reside na música, no ritmo e na diversão. É o seu movimento constante, saltitante, gracioso e divertido que faz da dança o exercício físico ideal até para aqueles que não gostam de salas de musculação ou de aulas repetitivas e chatas.

E este último aspecto é particularmente importante pois quando se pratica uma atividade física é fundamental que se goste dela. Caso contrário, corremos o risco de desmotivarmos e de a abandonarmos ao fim de algum tempo.

Ora, a dança tem a vantagem de nunca ser aborrecida. Existem modalidades ou estilos para todos os gostos, idades e capacidades físicas. Zumba, sh’bam, danças latinas, hip-hop, dança do ventre, são vários os estilos que combinam fitness, música, ritmo e coreografia.

Geralmente, as aulas são feitas com muito ritmo e batidas internacionais e latinas de alta energia. Basta optar pela atividade que mais nos agrada, seguir as instruções do professor e deixar-nos levar pelos ritmos e energia contagiantes.

Queimar calorias com alegria!

Dançar pode ser uma ótima forma de mudar de estilo de vida. Para além de combater o stress, ajuda a soltar a energia de forma divertida e ainda promove o convívio entre pessoas de todas as idades. Se estas razões não são suficientes para convencê-la a dançar, considere pelo menos as vantagens físicas que daí podem advir.

Sabia, por exemplo, que uma pessoa de 68 kg numa sessão de dança moderada, durante cerca de 60 minutos, queima aproximadamente 400 calorias – o equivalente a uma aula de natação, a uma caminhada ou passeio de bicicleta? E quanto mais intensa for a dança, maiores serão os gastos calóricos. Assim, e quando aliada a uma alimentação equilibrada e saudável, a dança pode ser uma forma motivadora de ajudar a perder peso.

Ao longo de 45 a 60 minutos – duração aproximada de uma aula – vai saltar, mexer os braços, as pernas, a anca, conseguindo envolver o seu corpo e mente nesta atividade, que combina exercícios aeróbios com exercícios de resistência de peso corporal, permitindo ao mesmo tempo expressar sentimentos, melhorar a autoestima e o autoconceito, assim como, a promoção da autoconsciência corporal.

Mas a dança também nos pode ajudar a defender de doenças como diabetes, pressão arterial alta, doenças cardíacas, osteoporose e até mesmo Alzheimer e Parkinson. Quando dançamos – qualquer que seja o estilo escolhido – são libertadas substâncias químicas no cérebro que promovem o crescimento de células nervosas e proporcionam o aumento da sensação de bem-estar. Este facto aliado à existência de coreografias nas aulas faz com que as pessoas se lembrem dos passos de dança, ginasticando também o cérebro e reforçando a memória.

Nos Estados Unidos, por exemplo, são várias as associações de doentes afetados por patologias como Parkinson e Alzheimer que incentivam e promovem aulas de dança. De acordo com vários especialistas, a dança é um precioso aliado no combate a estados depressivos e no tratamento de problemas específicos de algumas doenças neurodegenerativas, como a rigidez muscular ou a capacidade de fazer “duas coisas ao mesmo tempo”, sinais característicos da doença de Parkinson. Mas não só.

Estudos realizados por Rita Beckford, médica de família norte-americana e oradora do American Council on Exercise, demonstraram que as pessoas que participam em danças de salão, pelo menos duas vezes por semana, têm menos probabilidade de desenvolver demência, mostrando ainda que os doentes de Alzheimer são capazes de recordar memórias esquecidas quando dançam músicas que lhes são familiares. Portanto, só bons motivos para nos mexermos ao som da música.

Quais os benefícios da dança como exercício:

– Aumenta a flexibilidade
– Melhora o condicionamento aeróbico e a coordenação motora
– Ajuda a perder peso
– Melhora a capacidade cardiorrespiratória
– Fortalece a musculatura
– Promove o convívio social
Combate a depressão e a timidez
– Traz alegria
– Aumenta a autoestima
– Combate o stress
– Ajuda a relaxar

Se ainda não aderiu a esta tendência de exercício, não deixe de experimentar estas aulas. E da próxima vez que ouvir “a menina dança?”, já sabe, não recuse o convite.

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